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JURITI


Características: mede 27 cm de comprimento. Pontas das rectrizes laterais esbranquiçadas e as penas das  axilas e parte inferior das asas ferrugíneas. Extremidade da rêmige primária mais externa afina abruptamente.

Alto da cabeça cinza-claro, a região em torno dos olhos azulada, a face dorsal do pescoço verde-cobre e o restante do dorso cinza-pardacento; a maior parte da face ventral é violeta-clara e o abdômen esbranquiçado.

Na fêmea, o  colorido geral é mais claro do que o do macho. 

Habitat : áreas quentes como capoeiras e campos adjacentes, bordas de florestas densas e cerrados

Ocorrência : em quase todo o Brasil e também do sul dos Estados Unidos até a Argentina. 

Hábitos: vive no chão solitária ou aos pares. Quando perturbada, foge caminhando sem fazer barulho, ou voa, emitindo um som com as asas, até uma árvore próxima. 

Alimentação: sementes e frutos no chão. Como os demais columbídeos, ao beber, não eleva a cabeça para sorver a água, como o fazem as outras aves. 

Reprodução : faz ninho típico de pombinhas - uma plataforma construída de gravetos e grama, localizada em arbustos baixos ou árvores, eventualmente no chão. Põe 2 ovos brancos ou  cremes a camurça-pálidos, que medem 27-33 x 21-23 mm. O casal participa da incubação, que dura cerca de 14 dias, bem como da alimentação dos filhotes que inicialmente é representada pelo "leite-do-papo". 


SITES:  
http://www.vivaterra.org.br/aves_4.htm#juritigemedeira


SURUCUÁ DE BARRIGA VERMELHA

Surucuá-de-barriga-vermelha

O Surucuá-de-barriga-vermelha é uma ave trogoniforme 
família Trogonidae
Também são conhecidas pelos nomes de Dorminhoco, Maria-Teresa (Maranhão/Região dos Cocais), Peito-de-Moça e Perua-Choca e Cancão-de-Fogo (Bahia).

CARACTERÍSTICAS

Tais aves chegam a medir até 25 cm de comprimento, sendo que os machos possuem o alto da cabeça azul, pálpebras amarelas, dorso verde, cauda negra com faixas longitudinais brancas, enquanto as fêmeas têm o alto da cabeça e o pescoço cinzentos.

surucuá-de-barriga-vermelha macho

surucuá-de-barriga-vermelha fêmea

surucuá-de-barriga-vermelha jovem

ALIMENTAÇÃO

Pousa nos galhos horizontais e cipós transversais, sob a copa. Desses pontos de pouso observa o entorno, procurando lagartas nas folhas, cigarras, besouros e aranhas durante muito tempo (daí o nome dorminhoco). Complementam a alimentação com frutinhos pequenos, em especial da embaúba. Nos dois casos, apanham o alimento em vôo direto, ficando sob a presa ou fruto.

REPRODUÇÃO

Fazem os ninhos nos cupinzeiros arborícolas, cavando um túnel e uma câmara interna. Como no caso das outras aves que usam essa estrutura, o cupinzeiro está ativo e os cupins simplesmente fecham as passagens danificadas pela ave, sem perturbá-la.

HABITOS

Vivem nos diversos ambientes florestados. Aparece, ocasionalmente, nos capões de cerrado. No entanto, é mais comum nas matas ciliares,bem como ao longo dos corixos maiores, nos cambarazais e cerradões.
Distribuição Geográfica

Ocorre nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí,Rio de Janeiro (Mata Atlântica –Costa Verde) Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe e Tocantins.



MACUCO



O macuco (Tinamus solitarius), também chamado macuca.
 é uma ave sul-americana de grande porte da família dos Tinamidae. Tais aves chegam a medir até 48 centímetros de comprimento. 
Têm o dorso pardo-azeitonado e ventre cinza-claro. Atualmente, a subespécie Tinamus solitarius pernambucensis, do Nordeste brasileiro, é considerada oficialmente inválida.

É uma ave que habita a mata primária, percorrendo o solo da floresta, inclusive em áreas acidentadas e de difícil acesso.
Vive na região florestada do leste brasileiro, do Pernambuco ao Rio Grande do Sul (Aparados da Serra), Minas Gerais (alto Rio Doce), sul de Goiás(matas da margem direita do Rio Paranaíba), e sudeste de Mato Grosso (Rio Paraná). Encontrado também na Argentina e Paragua
Alimenta-se de sementes, bagas e frutas. Sempre próximo a pequenos riachos ou nascentes.


Sua voz é um piado grave e monossilábico, o qual pode ser grosso ou fino, tanto em macho quanto em fêmeas: "fón". Podem sustentar a nota durante algum tempo, sendo que os machos, geralmente, piam menos.
No período reprodutivo, ambos sexos efetuam uma vocalização melodiosa, trêmula e prolongada.



Como na maioria dos tinamiformes, é o macho do macuco quem choca os ovos, que são de coloração verde-azulada; e cria os filhotes com grande cuidado parental. O ninho é feito no solo, geralmente entre as raízes de grandes árvores, ou junto a troncos caídos. Sua reprodução em cativeiro costuma ser bem-sucedida, devendo ser incentivada para o repovoamento das florestas remanescentes, paralelamente ao replantio de mata nativa em áreas desflorestadas ou degradadas. O que garantiria a preservação futura dessa espécie e de outras tantas da Mata Atlântica brasileira.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Macuco

JACU

Pénélope de Spix (Penelope jacquacu)


Penelope é um género de aves craciformes (anteriormente galliformes), que contém quinze espécies.
O grupo é encontrado na América Central e América do Sul, onde habita zonas de florestas.
No Brasil, recebem o nome popular de jacu; nos Estados Unidos da América de guans, e nos países de língua espanhola, de pava.
Sete espécies ocorrem no Brasil.
Os jacus são aves de grande porte, que podem atingir 85 cm de comprimento. A cauda é longa e arredondada, bem como as asas.

O pescoço é relativamente longo e termina numa cabeça pequena. A pele em torno dos olhos está exposta e tem uma cor azulada, na maioria das espécies. Os jacus têm um papo vermelho e saliente na zona da garganta. A plumagem é uniforme e escura, em geral preta (ou uma cor 'chumbo') e com um aspecto escamado. Este efeito é produzido pelas penas do dorso e peito, que são debruadas a branco. As generalidades dos jacus têm patas avermelhadas.

Pénélope yacouhou

Penelope obscura


Pénélope péoa

Penelope superciliaris

PENELOPE


Penelope purpurascens



SITES:
http://fr.wikipedia.org/wiki/Penelope_(genre)