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PANTANEIRO


Esta raça se formou de maneira natural, pela segregação, há mais de dois séculos na região dos Pantanais de Mato Grosso, que compreende os municípios de Poconé, Cáceres, Leverger , Barão de Melgaço, Cuiabá, etc. Segundo a procedência ele recebe diversos nomes: "Ponconeano" de Ponconé, "Mimoseano" dos campos de capim mimoso de Barão de Melgaço, "Bahia" de campina chamada Bahia, do município de Poconé.


Conforme os estudos do prof. O Domingues, a quem devemos quase todas as informações, esta população originou-se de cavalos de Goiás levados para o norte de Mato Grosso, cujo tipo era o Bético-Luzitano, uma mistura de cavalos Árabe e Barbo.

Há entretanto quem admita à participação dos cavalos dos indígenas, procedentes do Paraguai, do mesmo tipo que deu origem ao Crioulo.

Trata-se de uma raça natural regional de cavalo campeiro, bem adaptada às condições particulares de importante região criatória do Mato Grosso. Assemelha-se um pouco ao Crioulo do sul, nos seus característicos raciais, diferindo sobretudo pelos seus membros relativamente altos e menor compacidade do pescoço, do tronco e da garupa . Seus andamentos não foram descritos, mas os poucos animais que conhecemos eram trotões. Seu temperamento é vivo, porém dócil e sua constituição robusta.


No Estado de Mato Grosso, região do Pantanal, formou-se um tipo eqüino com características próprias adquiridas durante quatro séculos, quando da sua formação e aclimatação ao meio complexo e hostil em que se desenvolvem. Chamado de Pantaneiro, muito embora ele seja conhecido também como Mimoseano, Baiano e Poconeano, segundo a região onde vivem.


A origem desse cavalo está fixada ao longo de nossa história, ressaltando três fases distintas.

A primeira, quando, na terceira e quarta década do século XVI, formou-se o Pantaneiro, originário do Cavalo Crioulo Argentino, proveniente da cavalhada de Pedro de Mendoza, espalhadas nos pampas naqueles anos, após a destruição da Vila de Buenos Aires pelos silvícolas e do cavalo paulista oriundo de animais portugueses trazidos por Martin Afonso de Souza, e levados pelos bandeirantes, através de Goiás, para o Pantanal em 1736.

A segunda fase, quando a partir de 1736, proveniente de Goiás, a imensa planície matogrossense anualmente inundada pelo transbordamento do Rio Paraguai e do seu afluente, o Pantanal foi povoado por grandes manadas de cavalos.

Em conseqüência das distâncias e dificuldades de comunicação entre essa zona e o litoral, o Pantaneiro ficou isolado durante longos anos e livre dos cruzamentos desordenados que tanto tem prejudicado nossos eqüinos.

Na terceira fase, iniciada em 1900, verificou-se a influência do Anglo - Árabe, do Normando, do Puro-Sangue Inglês e do Árabe, visando emprestar aos rebanhos nativos de até então, melhores aspectos de conformação e beleza.

O cavalo Pantaneiro é um mosaico racial, originariamente resultante de dois troncos primitivos étnicos: "Equus Caballus Asiáticus" e o "Equus Caballus Africanus".

O cavalo Pantaneiro é um patrimônio histórico porque cooperou na fixação do homem no Pantanal e em todo território matogrossense.

E um fator de segurança nacional porque pode ainda vir a desempenhar, nas regiões de difícil acesso, o importante papel de salvaguarda dos limites territoriais.

E um fator de econômico-social, porque a totalidade da população que habita o Pantanal, tem no Pantaneiro importante meio de transporte, sobretudo nas cheias, e sua mais importante função econômica se faz sentir junto à bovinocultura.

SITES: http://www.navegadormt.com/admin/up/cavalo_pantaneiro.jpg

CAMPOLINA

O brasileiro de ascendência lusitana Cassiano Campolina foi o selecionador de uma raça de cavalos que depois de sua morte recebeu o nome de Campolina e obteve reconhecimento e espalhou-se pelo Brasil.


Após mais de trinta anos realizando seleção de espécies em Entre Rios de Minas, Cassiano Campolina faleceu em 1909, porém seu trabalho resultara na criação desta raça de cavalo que ganhou reconhecimento internacional.

O legado de Campolina foi complementado, dentre outros, por Joaquim Resende, num esforço de mais de setenta anos, usando as matrizes originais de animais crioulos, e promovendo novos cruzamentos com animais marchadores e, finalmente, com puro-sangue inglês.

Foram estabelecidos pela Associação Nacional dos Criadores do Cavalo Campolina,[1] fundada em 1951. A partir de 31 de dezembro de 1966 o registro dos animais passou a ser feito em livro fechado - expressão que denota a limitação e seriedade do registo.


Suas características padrões, definidas pela entidade oficial dos criadores, são as seguintes:

"Porte grande e delicado, cabeça seca, perfil sub-convexo para retilíneo, olhar vivo, orelhas médias tendendo para longas, pescoço musculoso e rodado, tendendo para comprido; crinas fartas e sedosas; garupa ampla e longa, suavemente inclinada; anca arredondada, cauda de inserção baixa."




SITES: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/campolina/imagens/campolina-1.jpg

PAMPA

Os cavalos malhados, conhecidos como pampas, durante muitos anos foram injustamente discriminados por uma minoria de criadores elitistas. Ao mesmo tempo, eram admirados por uma massa incalculável de aficionados, conquistando fama mundial ao desempenharem papel de "bandidos" nos filmes americanos de "western" e de guerra entre exércitos e índios. Montados pelos índios, geralmente a pêlo, estes cavalos malhados, autênticos "mustangs" das pradarias americanas, ainda hoje encantam olhares de milhões de telespectadores em todo o mundo, seja pela beleza de sua pelagem e conformação, pela coragem, a velocidade, a agilidade.


Não se pode considerar uma raça, mas sim um agrupamento de equinos portadores de uma pelagem em comum. Uma exceção é o "Paint Horse", o Pampa americano, cuja origem genética, conformação e aptidões funcionais são idênticas àquelas da raça Quarto de Milha. Ainda nos Estados Unidos existem os malhados conhecidos como pelo nome de "Pinto" (palavra de origem espanhola). A diferença principal entre ambos é que o "Pinto" não apresenta o tipo morfológico para o trabalho, que caracteriza a conformação do cavalo Quarto de Milha. A origem do cavalo malhado americano, data de 15l9, quando o explorador espanhol Hermando Côrtes trouxe para o continente americano uma tropa composta de 16 cavalos de guerra, entre os quais havia um branco com malhas escuras no ventre. Do cruzamento deste garanhão malhado com os nativos "mustangs" americanos originaram-se os cavalos "Pinto" e "Paint".

Povoado por manadas de cavalos selvagens, o oeste americano foi desbravado nas patas de cavalos tobianos ( nome internacional da pelagem pampa ), com suas pelagens alegres, tornando-se as montarias de preferência dos índios e, particularmente, dos índios "Comanches", famosos pelas suas exímias habilidades como cavaleiros do oeste americano, mais velozes do que as cavalarias, diligências e trens. Os índios Comanches idolatravam os cavalos malhados, acreditando serem os favoritos dos Deuses.

No Brasil, não há registro de uma data precisa da primeira introdução de animais de pelagem tobiana, mas acredita-se que a pelagem foi introduzida através de alguns poucos cavalos de origem bérbere, trazidos pelos colonizadores portugueses e, principalmente, pelos cavalos holandeses, quando da invasão de Pernambuco. Com estas raças, também foi introduzido no Brasil um tipo de andamento naturalmente marchado, razão pela qual o Pampa brasileiro apresenta, além de suas belíssimas variedades de pelagens, outro relevante fator diferencial de mercado: a marcha. Esta característica funcional qualifica o cavalo Pampa nacional como um eqüino ideal para o lazer - passeios, turismo eqüestre, cavalgadas, enduros de regularidade. No mercado internacional, um Pampa marchador é uma "jóia" de inestimável valor, e raridade!

A origem do nome pampa é a seguinte: Em meados do século XIX o brigadeiro Rafael Tobias Aguiar, vencido na revolta da província de Sorocaba, interior de São Paulo, fugiu com seu exército para o Rio Grande do Sul, onde aderiu à batalha dos Farrapos. A maioria dos soldados montavam cavalos pampas, inicialmente conhecidos no sul como tobianos. Quando do retorno à São Paulo, estes cavalos passaram a ser gradualmente conhecidos no resto do país como os cavalos dos "Pampas" (codinome do Estado do Rio Grande do Sul). Mas o fato é que o nome pampa designa uma região do sul e o nome mais apropriado da pelagem, em portugues, seria malhado, até porque já é uma denominação utilizada em várias regiões do país, além de ser sinônimo de spotted - nome que deu origem a SSHEA - Spotted Saddle Horse Exibitores Association , a associação americana dos expositores do cavalo malhado de sela.

No Brasil existem duas associações de cavalos pampas, a ABCCPAMPA _ Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Pampa e a ACMM = Associação do Cavalo malhado Marchador. A primeira foi fundada em setembro de 1993 e registra pampas de praticamente todas as origem, com andamentos marchados e trotados. A ACMM foi fundada em janeiro de 2003 e registra somente pampas marchadores, de origem nas raças Mangalarga Marchador, Campolina e os tradicionais mangolinas, que na segunda metade do século IXX e inicio do século XX foram a base de formação de ambas as raças: Mangalarga Marchador e Campolina.




SITES: www.portalsaofrancisco.com.br/.../pampa-2.jpg

BRETÃO

O cavalo bretão é uma raça de cavalos de tração pesada originada em torno de 1830 na bretanha, noroeste da França. Formou-se através de cruzamentos de animais das raças de tração Norfolk (inglesa), Ardennais, e Percheron (francesas) com éguas nativas de grande porte na bretanha.


O cavalo bretão é um cavalo de médio a grande porte, brevilíneo, com musculatura proeminente e maciça em todo o corpo. O porte do cavalo bretão impressiona pelo peitoral musculoso, garupa larga, membros fortes e aprumados, pêlos ao redor e atrás dos cascos, que são grandes e fortes. Têm pescoço triangular, maciço, e crina freqüentemente dupla. A coloração é alazã, castanha e rosilha. Pelagens tordilha, pampa e albina não são permitidas em animais puros.


São caracterísiticas do cavalo bretão a força e a vitalidade para o trabalho de tração. Também são evidentes sua docilidade, inteligência e a facilidade para o adestramento, seja para sela, atrelagem ou apresentações de volteio.


São exemplos de utilização do cavalo bretão: Tração agrícola e urbana, atrelagem esportiva, passeios turísticos em hotéis-fazenda ou em cidades, desfiles, volteio, lazer, montaria, formação de mestiços com outras raças eqüinas ou muares, leves ou de tração, ou ainda como éguas amas de leite para cavalos de hipismo, PSI e outros. Além de tudo isto, o porte do cavalo bretão "embeleza" o piquete.

As éguas bretão possuem ainda produção de leite até 60% maior que outras raças, e são boas receptoras de embriões pelo tamanho do útero e por esta produção de leite que pode chegar a 35 litros ao dia!.

O bretão sempre teve seu lugar na tração agrícola em pequenas propriedades, e em grupamentos de artilharia. Hoje está renascendo como alternativa "orgânica" ao uso de maquinário agrícola.

O cavalo bretão possui boa adaptação ao clima quente e seco, vivendo bem a pasto mesmo em épocas de seca no centro oeste. Também apresenta boa conversão alimentar, e uma rusticidade que permite viver bem em sistema extensivo, sem uso de baias. Sua rusticidade lhe confere resistência natural a doenças e problemas físicos, além de boa resposta a tratamentos.


O bretão é um cavalo de tração já presente nos quatro cantos do mundo, já tendo sido exportado para países árabes, e também presente na região tropical da América do Sul. No Brasil, temos o bretão sendo criado com sucesso em regiões de temperatura média elevada, assim como também de baixa umidade e com pastos hostis a cavalos de raças "refinadas". Em Brasília, na Fazenda Antares, não temos dificuldade em criá-los sem baia. Fornecemos suplementação de forragem em períodos de seca mais intensa, e o uso de ração concentrada é restrito às fases de crescimento, trabalho, e reprodução.

Como vemos acima, pelas funções a que se destinam determinadas criações, o animal pesado de tiro não deve variar muito de 1,60m, assim como o de tração a trote não deve variar muito de 1,50m. Contudo, o tipo mais leve pode perder porte até cair a 1,48m.


Temos básicas, alazã e castanha, com grande ocorrência do ruão, mescla de pêlos vermelhos, negros e brancos. Contudo, é muito rara a aparição do castanho quase negro, como se desconhece o tordilho.


O pescoço correspondente ao conjunto, é curto, grosso e arqueado. As orelhas são pequenas e móveis. A cabeça é quadrada e de perfil reto. A anca são largas e quadradas, com musculatura acentuada e movimentação particularmente franca e livre. As pernas são curtas e fortes, com pouco plumagem e os pés duros, bem formados e não muito grandes. A cauda, costuma-se encurtar como a do norman cob.


SITES: http://www.ninha.bio.br/biologia/mamiferos/cavalos/cavalo9.jpg

QUARTO DE MILHA

Quarto de milha é uma raça de cavalo que iniciou a formar-se com a chegada dos europeus ao continente norte-americano, em 1611 , pelo cruzamento dos cavalos trazidos pelos ingleses, cavalos trazidos pelos espanhóis e cavalos de indígenas ( mustangues) , tambem de ascendência ibérica. Posteriormente, dezessete garanhões e éguas, originalmente thoroughbreds ingleses, foram levados para os Estados Unidos. Entre os thoroughbreds importados figura Janus, um filho de Godolphin Barb.


Com o tempo surgiu um equino compacto e bastante musculoso, capaz de correr distâncias curtas em grande velocidade. O primeiro Stud Book com registro genealogico da raca iniciou em 1941, no Texas. O registro para cavalo quarto de milha ainda aceita a inclusão de thoroughbreds, ou seja, são aceitos cruzamentos QM x QM ou thoroughbred x QM.

Na época em que a guerra da independência começou, os colonizadores tinham tornado-se muito afeiçoados às corridas , que em geral eram disputada entre três cavalos que corriam até um quarto de milha (402,33600 metros). Mas outras atividades tambem foram desempenhadas com sucesso por estes animais.


Linhagens diferentes foram sendo definidas para cada atividade. Hoje são bem distintas e tem uma seleção rigorosa. Mas a principal característica do quarto de milha é a versatilidade. Corridas, provas de vaqueiros em geral e trabalho no campo. Teve bastante aceitação no trabalho e lida do campo devido a sua docilidade, robustez e velocidade. No nordeste do Brasil, o quarto de milha tornou-se o melhor em vaquejada. No sul do Brasil, nos trabalhos de campo, encontra-se em concorrência com o cavalo crioulo.

Os primeiros registros de corridas de animais que seriam originários da raça quarto de milha em formação remonta a 1674, em Henrico County, no estado da Virgínia. Cada corrida era composta por apenas dois cavalos e correram pelas ruas de vilas e pistas, e mesmo em clareiras em áreas desmatadas. Essa corrida de velocidade em pequenas distâncias nas primeiras colônias foi o primeiro exemplo de corrida do cavalo quarto de milha nos Estados Unidos.


Na época em que a guerra da Independência começou, os colonizadores tinham se tornado muito afeiçoados à corrida de um quarto de milha de distância, 402 metros.

A corrida de cavalo quarto de milha continuou a crescer em popularidade enquanto a raça crescia. Entretanto, permaneceu numa base informal com corridas de disputa e acontecimentos de finais de semana, em centenas de pequenas pistas que surgiram como pioneiras.

A corrida do cavalo quarto de milha continuou numa base informal por vários anos. Podemos dizer que o esporte literalmente cresceu com aquele país.

A corrida organizada de cavalo quarto de milha teve início em Tucson, no Arizona. Em 1943, uma pista foi construída e projetada especialmente para este fim, em Rillito Park, Tucson.

SITES: http://www.estancia4m.com.br/galeria/cavalo-quarto-de-milha_gde.jpg

MANGALARGA MARCHADOR


O mangalarga marchador é uma raça de cavalos cuja origem remonta à coudelaria Alter-Real, que chegou ao Brasil por meio de nobres da Côrte portuguesa e, após, cruzada com cavalos de lida, em sua maioria advindos da raças ibéricas (bérberes), que aqui chegaram na época da Colonização do Brasil.

Segundo a tradição, em 1812, Gabriel Francisco Junqueira (o barão de Alfenas) ganhou de D. João VI, um garanhão da raça Alter-Real e iniciou sua criação de cavalos cruzando este garanhão com as éguas comuns da Fazenda Campo Alegre, situada no Sul de Minas onde hoje é o município de Cruzília. Como resultado desse cruzamento, surgiu um novo tipo de cavalo que acreditamos foi denominado Sublime pelo seu andar macio.

Esses cavalos cômodos chamaram muito a atenção, e logo o proprietário da Fazenda Mangalarga trouxe alguns exemplares de Sublimes para seu uso em Paty do Alferes, próximo à Corte no Rio de Janeiro. Rapidamente tiveram suas qualidades notadas na sede do Império - principalmente o porte e o andamento - e foram apelidados de cavalos Mangalarga numa alusão à fazenda de onde vinham.

Em 1934 foi fundada a ABCCRM, Associação Brasileira de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga. Anteriormente, houve uma notável migração de parte da Família Junqueira para São Paulo em busca de melhores terras e riquezas. Chegando em novo solo, com topografia diferente, cultura diferente, onde a caçada ao veado era diferente, os cavalos tiveram que se adaptar a uma nova topografia e necessidades tendo a necessidade de um cavalo de melhor galope mais resistente por isto foi mais valorizado a marcha trotada que tem apoios bipedal de dois tempos com tempo mínimo de suspensão que cumpria as novas exigências do animal sem perder a comodidade, pois os animais de tríplice apoio apesar de serem mais cômodos não conseguiam acompanhar o ritmo alucinante das caçadas e a lida com gado em campo aberto que eram as duas maiores funcionalidades do cavalo Mangalarga no estado de São Paulo. Tanto o Mangalarga Marchador como o Mangalarga ou Mangalarga Paulista, são duas raças genuinamente brasileiras. As duas foram desenvolvidas em Cruzília - MG.


Devido à inevitável diferença que estava surgindo entre os criadores de Mangalarga de São Paulo e de Minas, foi fundada em 1949 uma nova Associação, a ABCCMM. Esta Associação teve origem a partir de uma dissidência de criadores que não concordavam com os preceitos estabelecidos pela ABCCRM e teve como objetivo principal a manutenção da Marcha Tríplice Apoiada.


O tempo passou e a ABCCMM é hoje a maior associação de equinos da América Latina, com mais de 250.000 animais registrados e mais de 20.000 sócios registrados, com cerca de três mil ativos. Durante o período de meados de 70 ao final da década de 1990 o Marchador teve uma ascensão astronômica no segmento da equinocultura, batendo recordes de animais expostos, registrados, e de preços em leilões oficiais.



SITES: http://images03.olx.com.br/ui/1/95/40/6839540_1.jpg

OLDENBURG

Este é o mais pesado dos warmbloods alemães. A raça foi originalmente desenvolvida  para criar cavalos de carruagens fortes. Próximo do Frísio, com o passar dos anos foram introduzidas outras raças: andaluz, napolitano e berbere. Numa fase posterior houve ainda a introdução de sangue do Puro-sangue inglês, Cleveland Bay, Normando e Hanoveriano.

Quando a necessidade de cavalos de carruagem decaiu durante o século XX, voltou a ser introduzido Puro-sangue Inglês e sangue Normando, produzindo assim o cavalo de sela multi-facetado.

O Oldenburg é um cavalo de membros curtos, mas com muito osso, um dorso forte e boa profundidade no cilhadouro. A raça é particularmente vocacionada para dressage e atrelagens.

Temperamento dócil mas ousado. è um cavalo que amadurece rapidamente.

Todas as pelagens simples são adimitidas.

O Oldenburg foi outrora utilizado em batalhas, devido à sua pesada constutição na época. Visto desde sempre como um cavalo de carruagem, com a introdução de raças mais leves o Oldenburg ganhou outras aptidões. Para além de ser um cavalo de atrelagens, o Oldenburg distingue-se também em dressage e saltos de obstáculos.
SITES: http://arcadenoe.sapo.pt/raca/oldenburg/402

FREDERIKSBORG

No século XVI, a Dinamarca era um dos centros principais de criação de elegantes e ativos cavalos de sela e de cavalos de batalha de grande categoria. Esses cavalos, ditos ‘Frederiksborgs’, eram produto de uma coudelaria fundada pelo rei Frederico II, em 1562. Pluto, cavalo branco ‘Espanhol’, e um dos fundadores da linhagem Lipizzaner que leva o seu nome, era um Frederisborg, nascido no haras da corte da Dinamarca em 1765.
Criação: a raça descende efetivamente de cavalos Espanhóis. Só posteriormente se acrescentaram a essa base de elementos de cavalos afins, Napolitanos, (Nápoles esteve sob o domínio espanhol de 1503 a 1734). No século XIX ocorreram outros cruzamentos agora com garanhões Árabes e mestiços (halfbred) Ingleses. O resultado foi um esplêndido cavalo de montariam, empregado com êxito para melhorar outros cavalos do país, como o Jutland. A exportação indiscriminada exauriu, porém, as caudelarias do reino, que passaram a criar PSI e a raça original por pouco não desaparecia. Durante algum tempo, criadores independentes asseguraram a sobrevivência dos Frederiksborgs, embora reduzidos a puxadores de carruagens. Mas a crescente demanda de cavalos de sela acabou por generalizar a criação de PSI, e é improvável que ainda existam representastes legítimos da antiga raça.

 Características: embora cavalo de sela, o Frederiksborg sempre conservou suas qualidades de cavalo de carruagem,robustez e andadura aristocrática.

Influências: espanhol. Responsável pela elegância e pela presença majestosa.

Altura: cerca de 1,60 m.

Cores: castanho

Usos: sela.

SITES: http://abilionunes.blogspot.com/2011/10/frederiksborg.html

DANISH WARMBLOOD

 Dinamarquês de Sangue Quente. É uma das últimas raças que foram criadas na Europa, apenas se viu esta raça entrar no livro a partir dos anos 60, contudo é uma raça com uma qualidade formidável e que nem foi criada com muito esforço, rapidamente os Dinamarqueses conseguiram chegar a este resultado. Assemelham-se um pouco à raça Puro-sangue Inglês tanto em termos de aspecto como em termos de aptidões. Praticamente, é muito corajoso e resistente, fazendo dele um dos cavalos favoritos na Europa e arredores.
O seu tamanho pode chegar até aos 170 centímetros, dependendo de vários factores. Em termos de cores de pelagem, nesta não existe qualquer tipo de restrição desde que seja uma cor uniforme, nada de grandes misturas de cor.

SITES: http://cavalos.mundoentrepatas.com/cavalos-danish-warmblood.htm

MUSTANG


Os cavalos Mustang apesar de terem fama de serem cavalos 100% Americanos, têm origem Europeia: descendem dos cavalos Espanhóis levados para a América pelos conquistadores. Actualmente, é a última espécie de cavalos selvagens que existe no continente Americano. Por isso, estão protegidos pelas leis Americanas. Maltratar ou matar um Mustang constitui uma infracção federal nos EUA.
Os Índios que viviam no continente Americano antes de chegarem os Europeus, não conheciam o cavalo e apesar de inicialmente terem medo deles, posteriormente compreenderam que podia ser um elemento decisivo, seja para caçar ou para a guerra.
A forma de vida destes cavalos era a seguinte: vivem em grupos de uma quinzena de exemplares, aproximadamente. Cada rebanho dispõe de éguas e potros, assim como jovens machos com menos de dois anos.
Um exemplar dirige o grupo. É ele que manda. Vigia à vez devido aos predadores que ameaçam os potros (coiotes, pumas, ursos), protegendo o seu grupo. Desta forma assegura a segurança do grupo mantendo o seu domínio.
O Mustang é um cavalo pequeno mas muito vigoroso e valente. De pescoço curto e cabeça pequena, o Mustang possui uns olhos expressivos e uma testa rectilínea. Possui um traseiro baixo e uns membros sólidos. Mede entre 135 a 155 cm.
É um cavalo rápido, forte, capaz de sobreviver em regiões áridas e montanhosas, alimentando-se apenas de plantes lenhosas e arbustos espinhosos. É um animal que bebe pouco, resiste facilmente em calores secos e frios gelados.
Como curiosidades, dizemos-te que o nome do Mustang provém de uma antiga palavra espanhola que significava “sem dono” ou “vagabundo”.

  SITES: http://cavalos.mundoentrepatas.com/cavalos-mustang.htm

FINLANDÊS

O cavalo finlandês é um cavalo que se divide em duas outras raças: a finnish draught e a finnish universal. O primeiro é conhecido pelas suas habilidades nas batalhas, por isso é conhecido como um cavalo de tiro. Já o cavalo finlandês finnish universal é conhecido como o cavalo pau para toda obra
As duas espécies são criadas para desenvolver suas capacidades e, por isso, quando o assunto é beleza e porte, não tem características tão marcantes. Eles são pesados, porém podem ser perfeitamente montados e também são utilizados para puxar cargas bastante pesadas.
Em meados de 1970, ele foram deixados de lado, pois a preferência passou a ser dos cavalos mais leves. Esse cavalo tem como descendência as antigas raças de cavalo européias, que eram cavalos bem pesados, mas muito velozes e capazes de ter a leveza de uma batalha e a força para puxar uma carruagem. Os cavalos finlandeses são cavalos muito equilibrados e serenos. A espécie é extremamente resistente e muito robusta. Tem uma personalidade bem dócil, porém sua altura chega somente a 1,57 cm.  Sua pelagem pode aparecer de várias maneiras e também várias cores. São cavalos destinados a pequenos criadores e também a pequenas áreas rurais.
Existem muitas raças de cavalos. E muitas delas tem vidas completamente distintas das raças de cavalos que trabalham nas roças. São os cavalos de raça. Cada raça é destinada para uma coisa em especifico. Existem muitas competições e esportes com cavalos, como é o caso do Polo e do Hipismo. Duas das coisas que mais chamam atenção nesse animal é a sua força e velocidade. Eles são animais que escapam facilmente de seus predadores devido à velocidade com que conseguem correr. Ele vivem sempre em sociedade, dificilmente conseguem sobreviver sozinhos, a não ser que estejam sob cuidados humanos.
A sociedade onde vivem é conhecida por ser matriarcal. O tempo de vida de um cavalo varia de 25 a 40 anos. Claro que esse tempo vai se modificar se, por exemplo, o cavalo trabalhar arduamente em uma plantação ou puxando pedras. Além disso, quem nunca assistiu um filme de guerra antiga em que os cavalos eram até mesmo usados como uma forma de atacar os inimigos? Desde sempre os cavalos são muito úteis aos homens.
O cavalo é um mamífero. Ele é da ordem biológica dos ungulados. Quando essa espécie é fêmea, chama-se égua. Os animais que não são castrados pelo homem são chamados de garanhões e seus filhotes de potros.
O mais interessante entre todas as espécies de cavalos que existem é que elas são diferentes umas das outras. A cada cruzamento de diferentes espécies, nasce uma nova raça, como é o caso dos burros, das mulas e até mesmo das zebras. Por isso, devemos respeitar não somente os cavalos, mas todos os animais e os recursos naturais que nos rodeiam. Se não fosse por eles, não teríamos a mesma facilidade de evoluir como temos hoje. Eles ajudaram e ajudam o homem a desenvolver e realizar diversas atividades diárias.


SITES: http://cavalos.mundoentrepatas.com/cavalos-finlandeses.htm
http://animais.culturamix.com/curiosidades/cavalo-finlandes

GALICENO


O galiceno, pônei do México, é outro exemplo do legado espanhol às Américas. A partir de 1950, a raça se espalhou para o norte, passou aos Estados Unidos, e foi reconhecida no país em 1958. É vista como ‘ponte' ideal para jovens cavaleiros, transição pôneis para cavalos.

Criação: o galiceno, como o nome indica, originou-se na galícia, província do noroeste da Espanha, afanada, desde a antiguidade, por seus cavalos de andadura macia. O galiceno actual ainda se distingue por essa qualidade e pela rapidez, muito louvada na Inglaterra elisabetana. Os ancestrais desses ‘cavalinhos' estariam entre os eqüídeos trazidos pelos espanhóis da Hispaniola para o continente no século XVI, talvez descendentes das Sorraias e Garranos (diferentes nomes para o mesmo cavalo) indígenas da Península Ibérica.

Características: o galiceno é resistente e robusto, tratável, inteligente, versátil. Sua natural agilidade e velocidade lhe garantem a popularidade como pônei de rancho e de competições. É usado como animal de transporte.

Influência: Espanhol. Contribui para a sua aparência, constituição e espírito.

Altura: cerca de 1,42 m.

Cores: todas, desde que uniformes.

Usos: sela, tiro.

SITES:http://cavalos.loveblog.com.br/251721/Galiceno/
http://sitiodocavalo.blogspot.com/2010/10/galiceno.html

WELSH COB


O Welsh Cob, com sua andadura de trote explosivo, desperta tão grande fervor na sua pátria quanto os coros galeses ou o ruby no Cardiff Arms Park. É ele o sucessor natural da grande tradição do Norfolk Roadster, que teve, aliás, papel na sua evolução. Como animal de tiro, nenhum outro o supera em impero e bravura; como montaria, é um audacioso corredor, com grandes qualidades para o salto.
Criação: o Welsh Cob (secção D no stud book) é, em matéria de perfeição, uma versão ampliada do Welsh Mountain Pony, de quem descende. Esses pôneis foram cruzados com animais dos romanos e, depois, nos séculos XI e XII, com cavalos Espanhóis para produzir o Powys cob e um outro animal, mais pesado, o Welsh Cart Horse. Nos séculos XVIII e XIX, novos cruzamentos, agora com Norfolh Roadters e Yorkshire Coach Horses, mais uma miniatura de sangue Árabe, resultaram no Cob moderno. Já houve, no passado, um florescente mercado de Cob para aplicação militar (Infantaria montada, tração de canhões). E até à década de 1960, Cobs foram utilizados, em grandes números, no transporte de pão, e outros artigos nas cidades grandes.
Características: Welsh Cob: tem ainda alguma procura como cavalo de sela e de tiro. Cruzado com Thoroughbred, produz excelentes cavalos de competição. O Cob é excepcionalmente robusto na constituição e tem grande resistência.
Influencias: Welsh A. Base do Cob responsável pela andadura e solidez. Espanhol: Melhorou tamanho e força contribuiu para a bela postura. Norfolk-Roadster: A boa qualidade do trote e a robustez.
Altura: entre 1,47 e 1,57m.
Cores: todas, simples e uniformes.
Usos: sela, tiro.

SITES: http://cavalos.loveblog.com.br/251719/Welsh-cob/ 
http://cavalos.mundoentrepatas.com/cavalos-welsh-cobs.htm

THOROUGHBRED (PSI)

Thoroughbred é o cavalo Puro Sangue Inglês (PSI) selecionado por cruzamentos para a prática de competições esportivas. Sua principal utilização devido sua enorme velocidade e resistência é a corrida. O PSI é um animal muito completo, e por isso participa de diversas competições, como hipismo. Sua característica como excelente melhorador, faz com que seu sangue faça parte na formação de novas raças, e no aprimoramento de outras.
O thoroughbred foi desenvolvido durante os séculos XVII e XVIII na Inglaterra, pelo cruzamento de éguas locais ou não (em inglês) com garanhões árabes e berberes, muitas vezes trazidos das campanhas militares na Ásia. A necessidade da melhora do desempenho em pistas dos animais existentes nas ilhas britânicas derivou do gosto popular crescente pelas competições, originalmente restritas às propriedades rurais para distração dos landlords (senhores de terras).

Há três origens dos cavalos orientais que contribuíram na formação da raça:
  • o cavalo árabe ou turco (Equus caballus aryanus).
  • a sub-raça Nedjed do centro do deserto do Saara.
  • o barbo, berbere, mongólico ou mongol, (Equus caballus africanus) originário da Ásia central, levado para a África antes do árabe.

Royal Mares

Ao redor das éguas da realeza, as Royal Mares, circulam muitos mitos. Pesquisas informaram que por volta de 1660, éguas nativas britânicas eram servidas por reprodutores germânicos e espanhóis, cujas filhas cuidadosamente selecionadas retornavam ao plantel de matrizes. Durante o reinado de Charles II foram introduzidos cavalos orientais, substituindo os garanhões europeus, por serem mais resistentes e velozes. As éguas britânicas , germânicas e espanholas foram servidas com tais cavalos orientais e passaram a formar a linhagem das Royal Mares.

Pelagem tordilha

Um cavalo tordilho necessariamente tem um de seus progenitores também tordilho, e os garanhões base não eram tordilhos. O aparecimento da pelagem tordilha nos thoroughbred deve-se às linhas maternas descendentes de tordilhos que foram cruzadas com os três garanhões base .
O tordilho originário mais referido é Alcock's Arabian, através de Crab, cuja mãe descendia do também tordilho Fairfax Morocco Barb (também chamado Old Morocco Barb) .

A origem e características de cada animal thoroughbred são registradas por organismos denominados Stud Book. O primeiro Stud Book foi criado na Inglaterra em 1793.
Os thoroughbreds tem, para fins de inscrição em corridas (enturmação), suas datas de mudança de idade convencionadas: os nascidos no hemisfério norte, cumprem anos em 1 de janeiro; os nascidos no hemisfério sul o fazem em 1 de julho.
 
SITES: http://sitiodocavalo.blogspot.com/2010/10/thoroughbred.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Thoroughbred

SORRAIA


Sorraia é um tipo de cavalo de origem portuguesa, raça única no Mundo, redescoberta em 1920 por Ruy d'Andrade e cujos indícios remetem para a zona de confluência entre as ribeiras de Sor e da Raia (daí o seu nome), charneca de Coruche, onde haveria uma extensa população, popular entre criadores de gado para trabalhos do campo.
Assemelhando-se bastante ao Puro sangue lusitano, de corpo compacto e linhas pré-históricas, crê-se, no entanto, que o Sorraia pode originar de uma linhagem independente (ou seja, uma raça pura, Equus caballos ssp. Sorraia), mesmo ainda não estando concluída a sua avaliação genealógica.
Embora seja extremamente forte, resistente e de temperamento calmo, a sua população está hoje muito reduzida – aproximadamente 180 indivíduos – existindo somente em locais para criação e manutenção da raça, principalmente em Portugal e na Alemanha. Assemelha-se ao tarpan, antigo cavalo selvagem europeu.

Esta raça esteve, no início do século XX, à beira da extinção. Tal não aconteceu graças ao empenho do Dr. Ruy d'Andrade, que pegando num dos únicos núcleos sobreviventes – um conjunto de três ou quatro éguas e alguns machos – logrou através de sucessivos cruzamentos e à custa de uma enorme consanguinidade obter de novo o protótipo da raça pura, evitando assim a extinção.
Pensa-se que os cavalos Sorraia constituem o fundo primitivo dos cavalos meridionais da Península Ibérica. Este grupo de animais reunido pelo Dr. Ruy d'Andrade, era, como ele próprio assinalou, afim do grupo antigo das planícies do Guadalquivir, da ria de Huelva, do Algarve e do Sado, sendo de todos os que existiram o que se conservou mais típico e primitivo.
Segundo o Dr. Ruy d'Andrade, ficou demonstrado que na Península Ibérica se conservou um núcleo de cavalos primitivos derivados dos selvagens e que estão na base do cavalo Andaluz e Lusitano, que existiu na Península Ibérica desde um período de pelo menos 5 milénios A.C. e que por cruzamentos de diversas origens se aperfeiçoou para uso na guerra durante toda a Antiguidade e Idade Média. Segundo o mesmo autor, conclui-se assim que este cavalo é o representante originário de todos os cavalos posteriores de Espanha e da América, e base de todos os cavalos de desporto de toda a Europa nos últimos séculos.

Segundo estudos efectuados pelo Dr. Ruy d'Andrade, o fenótipo da raça possui as seguintes características:
  • Corpo sólido e forte medindo ao garrote 1,46m nos machos e 1,43 nas fêmeas;
  • Tronco em forma de tecto descaído aos lados de uma seca e alta coluna lombar, saliente, recta, não enselada, com o ligamento da cauda baixo, que nunca se levanta em trompa como o cavalo árabe;
  • Pescoço curto, cabeça relativamente grande, estreita, com o olho relativamente pequeno, oblíquo e encerrado no alto de uma cara larga;
  • Ventre avultado – como convém aos animais que vivem toda a vida do pasto grosseiro e pouco nutritivo, especialmente no Inverno, apresentando-se nesta altura o pêlo muito longo para se defender do frio.
  • Cor da pelagem cinzenta ou baia, apresentando zebraduras e risca de mulo.
SITES: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sorraia

SHAGYA ÁRABE


Origem: Originalmente Hungria, mas agora também República Checa, Eslováquia, Polónia e Rússia.
Altura: Cerca de 1,52 m. Cor
A cor: é sempre cinzenta.
Carácter: O Árabe Shagya é um cavalo de múltiplos talentos, ávido de aprender e inteligente.
Aspecto: pura Árabe, mas normalmente são ligeira­mente maiores e mais fortes. Os membros são mais fortes do que os dos verdadeiros Árabe.
Aplicações: O Árabe Shagya era originalmente criado como cavalo de equitação, mas as suas qua­lidades brilham hoje no seu principal papel de condutor de atrelagens.
Acção: O movimento deste nobre cavalo em todos os andamentos é impressionante e são também bons saltadores.
Observações especiais: Os Árabes Shagya não são Árabes de raça pura, mas sim o resultado do cruzamento entre éguas húngaras nativas e garanhões Árabes dos quais a mais bem sucedida im­portação, em 1836, foi o garanhão cinzento Shagya.

SITES: http://racasdecavalos.com/arabe-shagya/

SADDLEBRED


O cavalo Saddlebred é um cavalo americano de raça desenvolvida no estado de Kentuck. São sucesso em competições de showring, usados também em paradas, corridas e caças.
São bons em qualquer atividade em que são necessitados devido a seu temperamento. São inteligentes, sábios, por isso têm a capacidade e força para aprender as coisas rapidamente.
 São considerados como o “peacocks do mundo de exposição de cavalo”, pois pisam alto, possuem uma grande alerta e entusiasta.
Esta raça foi desenvolvida primeiro no século XVIII por americanos que criaram também o de sangue puro o Narragansett Pacer.
Esse cavalo era usado bastante em plantações pois elas eram confortáveis e tinham uma maneira de andar excelente.
Eles são populares em Kentucky.
São excelentes para trabalho em fazendas. Também são excelentes em corridas.
Durante o século XVIII, foi adicionado gene do cavalo Morgan, nos Saddlebred, na intenção de dar mais velocidade a eles.

SITES:http://animais.culturamix.com/racas/cavalo-saddlebred

QUARTER HORSE


O QUARTER HORSE é um dos mais velhos e mais populares cavalos de raça Americana.
A raça deve o seu nome ao facto de o Quarter Horse ser um sprinter muito veloz que se notabiliza numa curta distância de um quarto de uma milha lnglesa (400m).
Os Quarter Horses são muito inteligentes. São fiáveis e muito fáceis de manusear. É o cavalo mais PoPular na América.
Com cerca oe 5,000,000 cavalos registados, a Associação-de Quarter Horses Americanos (AQHA) é o maior livro genealógico mundial.
O Quarter Horse não é apenas muito famoso como cavalo de corrida é também altamente adequado para rodeos, demonstrações de cavalos, como cavalo laboral no rancho ou simplesmente como amigo de família para passeios.
A estrutura compacta do Quarter Horse faz com que seja idealmente adequado para movimentos muito rápidos exibidos numa vasta variedade de disciplinas, tais como cavalos de trabalho ''reining'', escavação. É também muito adequado para corrida de casco, lançar vitelas, particularmente quando trabalhando com gado. Também consegue agarrar-se ao chão quando atado a um cano.

O Quarter Horse é o mais versátil cavalo de raça existente no mundo.

SITES: http://www.babsranch.com/pt/quarter-horses.html

PASO FINO


O Paso fino assemelha-se ao Andaluz, e descende dos cavalos espanhóis, do século XVI, levados para a América pelos conquistadores.  É também criado no Peru e na Colômbia.
O Paso Fino é um cavalo de pequena estatura, mas forte.

Inteligente e obediente. O Paso Fino é um cavalo de confiança que gosta da companhia dos humanos.
Esta raça executa andaduras características que foram perpetuadas pela criação selectiva:
  • o passo fino - uma andadura a quatro tempos, concentrada e altamente elevada;
  • o paso corto - similar, mas sem concentração , e que é utilizado nas grandes deslocações;
  • o paso largo - uma andadura estendida, a que pode atingir velocidades como 25km/h.
Estas andaduras a quatro tempos são adquiridas instintivamente e não têm de ser ensinadas. Para além disso, tornam os Passo Fino num cavalo confortável.

O Paso Fino é um cavalo bastante procurado para exbições e passeios recreativos a cavalo devido às suas andaduras naturais e ao conforto que permitem.

SITES: 
http://arcadenoe.sapo.pt/raca/paso_fino/404 

PAINT HORSE (PINTO)


Paint Horse é uma raça de cavalo originária dos Estados Unidos, caracterizada por ser inteligente, musculosa, versátil, forte e atlética. A conformação musculosa, em relação à construção óssea e muscular, fazem que este cavalo seja adaptado para trabalho em fazenda. Embora geralmente com estrutura óssea forte e balanceada, o Paint é um animal considerado bonito, especialmente na área da pescoço e da cabeça. Cada cavalo tem uma combinação de branco e outras cores. Antes de ser criada a associação do cavalo Paint no Brasil, a ABQM passou a fazer um registro especial especificando o excesso do branco.
É uma raça relativamente nova no Brasil. O seu início se deu nos Estados Unidos, a partir da não concessão de registro da Associação Americana do cavalo Quarto de milha. O Paint é uma opção para os criadores de Quarto de milha, que une a versatilidade com a pelagem.
O Paint Horse é um cavalo onde tem a mesma origem do Quarto de Milha, ele possui o mesmo sangue : Mustangue,Puro Sangue Inglês e árabe. Apesar do nome o Paint Horse é a mesma raça do Quarto de Milha, apesar de alguns fazendeiro, preferirem ele por sua beleza de pelagem. O Paint Horse serve para os mesmos esportes : laço, baliza, tambor entre outros.
A associação de Paint Horse no Brasil está localizada em Bauru.
Alguns paint são homozigotos para gene tobiano, vale dizer, o descentende nasce necessariamente pintado. São dois os tipos de coloração: ovaro e tobiano. Ovaro é a cor básica com grandes manchas brancas e irregulares; tobiano é a pelagem de fundo branco com grandes manchas de outras cores e irregulares. O nome "pinto" vem do espanhol "pintado", que se tornou, para os caubóis do oeste americano, paint. Cavalos mosqueados ou com mais de uma cor também eram chamados de "calicos".

SITES: http://vetnil.blog.terra.com.br/2009/02/06/tratamento-de-ferimentos-nos-equinos/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paint_Horse