TRANSLATE

Mostrando postagens com marcador LEGUMINOSAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LEGUMINOSAS. Mostrar todas as postagens

Macrotyloma axillare

Nome comum: Java
Esta leguminosa foi obtida a partir da seleção de progênies de Macrotyloma axillare cultivares Archer e Guatá. A Java é uma leguminosa perene, de hàbito trepador e de crescimento constante, planta do tipo herbáceo, caule de coloração esverdeado, folha com folíolo oblongo e de coloração verde claro, planta de ciclo médio, florescimento indeterminado e boa produtora de sementes.

Sítios:
http://www.agronomia.com.br/conteudo/produtos/produtos_sementes_leguminosas_java.htm

Neonotonia wightii

Nome comum: Soja Perene

É uma leguminosa de origem Africana, bastante utilizada em pastagens consorciadas. Foi introduzida no Brasil na década de 50. Apresenta alto valor forrageiro em pastagens. É uma planta trepadora, que se desenvolve bem em regiões de altitudes elevadas; não tolera solos com drenagem deficiente, e alta concentração de alumínio. Exigente quanto à fertilidade. Apresenta crescimento inicial lento, e rápido, após estabelecimento. Sua produção de massa verde é excelente, com boa palatabilidade e digestibilidade.
Seu feno é de boa qualidade, sendo bastante utilizado na alimentação animal. Nos climas quentes, produz sementes que germinam facilmente, mas a planta pode também propagar-se a partir de estacas e de raízes.
Autor:
Engenheiro Agrônomo Doutor HERBERT VILELA
Sítios:
http://www.agronomia.com.br/conteudo/artigos/artigos_leguminosas_tropicais_neonotonia.htm

Macroptilium atropurpureum

Nome comum: siratro
É uma leguminosa originária da América Central, rasteira, perene, inflorescência do tipo rácemos, flor aglomerada no ápice, de cor roxo-escura, folhas trifoliadas. Desenvolve-se, na maioria dos solos, porém, não tolera os úmidos, tem boa tolerância à seca e ao pisoteio. Seu hábito de crescimento é trepador, facilitando sua convivência com as gramíneas, principalmente com as cespitosas (touceiras).
É perene, com caules trepadores de rasteiros. Distribui-se naturalmente, na América Central e do Sul. A variedade Siratro, obtida na Austrália, tem interesse agronômico. A variedade se tornou uma leguminosa das mais populares dos trópicos. Resiste à seca, em pequena intensidade, e à geada, e tem um rendimento de forragem bastante bom. Não deve cortá-la, em pastejo muito rente ao solo. É apetecível tanto para os ovinos como para os bovinos.
Os principais atributos desta forrageira é sua larga adaptação a vários tipos de solos, fácil estabelecimento, resistente a doenças e boa convivência com as gramíneas.

sítios:
http://www.agronomia.com.br/conteudo/artigos/artigos_leguminosas_tropicais_macropitylium.htm

Stilozobium aterrimum

Nome comum: Mucuna preta

Planta de crescimento rasteiro e vigoroso, anual ou bianual, e de ampla adaptação, recomendada para adubação verde. Comprovada eficiência no controle da população de nematóides formadores de galhas disseminados no solo. De suas sementes obtém-se a substância L-Dopa, para produção de medicamentos; além disso, seu tegumento impermeável varia em percentagem de acordo com a idade; quanto mais novas,maior esse valor. Diante de valores elevados, é recomendada a escarificação por escaldadura ou por lixas.
Época de semeadura: outubro a fevereiro.

Pesquisadores:
NELSON RAIMUNDO BRAGA1; ELAINE BAHIA WUTKE1; EDMILSON JOSÉ AMBROSANO2; EDUARDO ANTONIO BULISANI3

1 IAC, Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio dos Grãos e Fibras.
2 Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro Sul, DDD.
3 IAC, Aposentado.

Sítios:

http://www.iac.sp.gov.br/Tecnologias/MucunaPreta/MucunaPreta.htm
http://www2.ufla.br/~wrmaluf/bth016/Image33.gif

Leucaena leucocephala

Nome comum: leucena

Arbusto ou árvore pequena, entre 5 e 10 m de altura. Folhas alternas bipinadas, com 25 cm de comprimento; entre 4-9 pares de pinas, com 8-10 cm. Entre 11-17 pares de folíolos, de 9-12 mm, opostos, lanceolados, acuminados; de coloração verde-acinzentada. Inflorescência globosa, com pedúnculo de 5-6 cm de comprimento. As flores possuem corola e estames brancos; cálice com 2,5 mm, pétalas lineares; estames em número de 10 com aproximadamente 1 cm de comprimento, anteras pilosas. Ovário fracamente pubescente no ápice. Vagens agrupadas, lineares, achatada, com 10-15 cm de comprimento e 2 cm de largura, marrom-escura, com um bico no ápice; cada vagem contém aproximadamente 20 sementes de coloração marrom brilhante, oblonga-oval, achatada, com 6 mm de comprimento. Faz auto-fecundação, de forma que até mesmo indivíduos isolados produzem sementes. Há um percentual pequeno de fecundação cruzada e são polinizadas por um número grande de insetos generalistas, incluindo abelhas de pequeno e grande porte. Floresce e semeia continuamente ao longo do ano, desde que haja umidade. Combinada à característica de auto-fecundação, o processo resulta na produção abundante de vagens e sementes. Regenera-se rapidamente após queimadas ou corte. As árvores têm vida curta, entre 20 e 40 anos, porém o banco de sementes tem longa viabilidade no solo, entre 10 e 20 anos. Cada planta pode produzir até 2000 sementes por ano.

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental / The Nature Conservancy

Sítios:

http://www.institutohorus.org.br/download/fichas/www.institutohorus.org.br
www.css.cornell.edu/.../AF/pics/LeucLeuco.jpg
http://www.tropicalforages.info/key/Forages/Media/Html/images/Leucaena_leucocephala/Leucaena_leucocephala_02.jpg

Lablab purpureus(L)

Nome comum: lablab

É uma leguminosa anual ou bianual, originária da África, herbácea, com inflorescência de racemos axilares pedunculados, flores de cor branca, rosada ou violácea. Desenvolve-se, melhor, em solos bem drenados e férteis. É empregada, com êxito, como adubação verde, para restauração de terras pobres; sendo, também, utilizada como forragem nos meses de inverno. Não tolera o fogo e o frio excessivo.

Pastagens puras de Lablab produziram 9 a 13 kg / vaca / dia. Tem como característica importante a boa produção de forragem durante o outono. Pode transmitir algum sabor ao leite, facilmente eliminado por homogeneização ou pasteurização.

Autor(es):
HERBERT VILELA,Engenheiro Agrônomo e Doutor

sítios:
http://www.agronomia.com.br/conteudo/artigos/artigos_leguminosas_tropicais_lablab.htm
http://www.mobot.org/gardeninghelp/images/low/A114-0901020.jpg

Pueraria phaseoloides

Nome comum: kudzu tropical

Planta perene, trepadeira, cujos caules são volúveis, finos, flexíveis, longos e verdes, medindo suas folhas de 8 a 10 cm de largura por 8 a 12 de comprimento. Produz vagens cilíndricas e estreitas, com 9cm de comprimento por 3cm de largura e nas quais se encontram 20 sementes marrons, quase cilíndricas, de 2 mm de comprimento por 2 de largura. É pouco exigente quanto ao solo, multiplica-se por meio de sementes cuja a produção vai a 300kg por hectare.

Muito utilizada como forrageira, sendo ainda promovida por órgãos de extensão rural. Serve para a formação de pastagens, para corte, para a produção de feno e para a ensilagem, é uma das melhores plantas para a fixação do solo, no combate à erosão.

Sítios:
http://www.institutohorus.org.br/
http://botany.cs.tamu.edu/FLORA/perdeck/vin_121.jpg

Galactia striada

Nome comum: Galactia
O gênero Galactia pertence à família Leguminosae (Faboideae), subfamília Papilionoideae, tribo Phaseolae. É originaria das Américas, Central e do Sul (Ducke 1949) e tem revelada importância forrageira. A espécie mais estudada do gênero, a Galactia striata, possui raízes profundas e, quase sempre, nodulação abundante. É adaptada a solos bem drenados, pobres e ácidos (Mattos & Alcântara 1976) e produz cerca de 7 toneladas de matéria seca/ha por ano, sendo a produção de inverno equivalente a 30% do total anual (Alcântara & Bufarah 1983). Em outras palavras, apresenta excelente distribuição anual da produção, ainda que vegete melhor na primavera e outono (Moura et al. 1975; Werner et al. 1975).
Autor(es):
Fátima Genobie Antônio
Bióloga,Estagiária da Área de Rizobiologia (EMBRAPA-CNPGC)
Maria Isabel de Oliveira Penteado
Nelson Frederico Seiffert

Cajanus cajan


Nome comum: Guandu
O guandu é uma planta encontrada com freqüência em todo o Brasil Central, podendo ser observada nos quintais domésticos dos bairros da maioria das cidades desta região. Esta popularidade deriva do fato de seus grãos verdes serem muito palatáveis, podendo substituir ervilhas, e seus grãos secos poderem ser empregados da mesma forma que o feijão para consumo humano, além de serem avidamente consumidos por aves domésticas.

O guandu situa-se entre as mais importantes culturas de leguminosas, porque é capaz de produzir colheitas elevadas de sementes ricas em proteína, mesmo em solos de baixa fertilidade estando adaptada a altas temperaturas e a condições de seca (Skerman 1977; Morton et al. 1982).

Dependendo da variedade, o guandu pode ser uma planta anual ou perene de vida curta, apresentando caule lenhoso e uma raiz principal pivotante que pode penetrar um ou mais metros no solo. Numerosas raízes finas secundárias, até 30 cm da superfície, apresentam nódulos que contêm bactérias do gênero Rhizobium, que fixam simbioticamente nitrogênio atmosférico e que é cedido à planta para a formação de seus aminoácidos e proteínas.

As folhas apresentam-se trifolioladas, com folíolos lanceolados ou elípticos, com 4 a 10 cm de comprimento e 3 cm de largura.

As vagens são indeiscentes, de cor verde-marrom ou púrpuras, ou mesmo verde salpicadas de marrom, de forma oblonga, com 8 cm de comprimento e 1,4 cm de largura.
As sementes, entre duas e nove por vagem, são de formato aproximadamente redondo, com 4 a 8 mm de diâmetro, de cor verde ou púrpura quando imaturas e, quando maduras, apresentam cor que vai de branco, amarelo, castanho, a preto. Podem ainda apresentar cores claras salpicadas de marrom ou púrpura.
A forragem produzida pelo guandu apresenta 14 a 22% de PB, dependendo da quantidade de folhas, vagens e hastes existentes no momento da colheita.

Vigna unguiculata


Nome comum: O feijão caupi , feijão regional, feijão de corda ou macassar

Constitui-se em alimento básico da população brasileira, principalmente nas regiões Nordeste e Norte, sendo cultivado por pequenos e grandes produtores. Na região Norte, os Estados que possuem maiores áreas plantadas são o Pára e o Amazonas, sendo o Pará o Estado que possui a maior área plantada desta região, segundo IBGE.

Autor(es):
José Oscar Lustosa de Oliveira Júnior, Roberto Dantas de Medeiros, Marcos Antônio Barbosa Moreira.

Sitios:
http://www.tropicalforages.info/key/Forages/Media/Html/Vigna_unguiculata.htm
http://botany.cs.tamu.edu/FLORA/dcs420/mi06/mi06075.jpg
http://www.metafro.be/prelude/prelude_pic/Vigna_unguiculata2.jpg
http://www.cpafrr.embrapa.br/index.php/cpafrr/publica_es/embrapa_informa/a_cultura_do_feij_o_caupi_vigna_unguiculata_l_walp_no_estado_de_roraima

Stylosanthes guianensis


Nome Comum: estilozantes,bandeira,alfafa do nordeste
O Stylosanthes guianensis é uma leguminosa forrageira perene, originária do continente sul-americano. A planta é semi-erecta, com altura média de 0,65 m. Seus caules são finos, pilosos e viscosos. Quando plantado em outubro-novembro floresce em maio-junho. Considerando-se que as pastagens na Amazônia Ocidental são, basicamente cultivadas e constituídas por gramíneas, o Bandeirante surge como uma alternativa para o seu melhoramento, devido ao seu bom valor nutritivo e capacidade de incorporar expressivas quantidades de nitrogênio ao solo (80 a 120 kg/ha/ano).
O Bandeirante pode ser utilizado sob a forma de feno, pastejo direto, puro ou consorciado com gramíneas, para a formação de bancos-de-proteína (piquete exclusivo apenas com a leguminosa) ou através de cortes para fornecimento em cochos.

http://www.ib.unicamp.br/plant-aq-SP/img/plantas/Stylosanthes%20guyanensis%20(Auble.)%20Sw.%20var%20guianensis.jpg
http://ecocrop.fao.org/ecocrop/ec_images/10147.jpg
http://www.clicnews.com.br/agropecuaria/view.htm?id=81812

Crotalaria spectabilis


Nome comum: Crotalária
È uma leguminosa comumente utilizada como adubação verde em vários países, inclusive no Brasil; devido este fato pode ser encontrada em plantações como milho, soja e sorgo. Nessa cirscunstância, suas sementes podem ser, inadvertidamente colhidas com essas culturas e aparecerem em rações de animais.
Caracteristicas:
  • Rotação de cultura,
  • adubo verde,
  • produção de fibras (juncea),
  • controle de nematóide no solo
http://flickr.com/photos/91314344@N00/1651439952
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-736X1997000100003

Centrosema pubescens

Nomes comum: Centrosema,jitirana
A Centrosema pubescens é uma planta rasteira, trepadora e perene, indígena da América do Sul, vigorosa, podendo alcançar 0,40 m de altura. Tem folhas trifoliadas e flores grandes. As flores têm corola lilás (violeta, rosada ou branca). Muito folhosa, não produz nenhum broto lenhoso, inclusive quando está com 18 meses de idade. Adaptável a condições áridas e bastante resistente à seca. Apresenta-se suficientemente apetecível, quando os animais estão acostumados a ela, e produz, também, um bom feno. Apreciada como leguminosa, associada a muitas gramíneas.
Caracteristicas:
  • Rasteiro, com longos estolões em forma de cipó
  • trepadeira
  • pastejo (consorciado com Panicum, Brachiaria e Setaria ) e produção de feno
http://www.agronomia.com.br/conteudo/artigos/artigos_leguminosas_tropicais_centrosema.htm

Desmodium adscendens

Nomes comum : carrapicho-beiço-de-boi, pega-pega.
Caracteristicas:
  • Ramos cilíndricos,
  • tomentosos;
  • folhas trifolioladas,

É uma espécie pouco exigente quanto ao tipo de hábitat, crescendo em solo arenoso ou argiloso, seco ou úmido, ensolarado ou sombrio, ocorrendo nos estados do AC, AM, BA, MG, MT, PA, PR, RJ, RS, SC e SP (Azevedo 1981). É encontrada em toda a área de campo ferruginoso do PEI. É de fácil reconhecimento, devido a forma característica de seus folíolos (Azevedo 1981).

http://www.rain-tree.com/Plant-Images/amorseco-pic.htm
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-84042005000300007&script=sci_arttext

Calopogonio muconoides

Nomes comum: calopogônio,jequirana, falso-oró, orelha-de-onça
O Calopogônio (Calopogonio muconoides), é uma leguminosa de hábito de crescimento trepador, que aumenta sua capacidade produtiva em função do tratamento recebido. É uma planta nativa do Brasil.
Caracteristica:
  • Bastante rústico, se comportando bem em solos de fraca e média fertilidade e respondendo bem a adubação;
  • Muito resistente à seca, adaptou-se muito bem em nossos solos de Cerrado;
  • É de fácil consórcio com as gramíneas comumente usadas, sendo indispensável um bom manejo para sua sobrevivência;
  • Muito rico em proteína (16%), e muito palatável, mesmo na época seca do ano.
http://www.agronomia.com.br/conteudo/artigos/artigos_leguminosas_tropicais_calapogonio.htm
http://www.seprotec.com.br/produtos_forrageiras_calopogonio.asp

Alfalfa (Medicago sativa)

A alfafa (Medicago sativa) é uma leguminosa perene (renovada constantemente pela natureza), pertencente à família Fabaceae e subfamília Faboideae. Originalmente encontrada na Ásia Menor e no Cáucaso. considerada a "rainha das forrageiras" pelos norte-americanos, devido ao seu elevado valor nutritivo. e por produzir forragem de boa palatabilidade (os animais a absorvem com certa facilidade) aos animais. Tendo cerca de duas a quatro vezes mais proteína bruta do que o trevo-branco (Trifolium repens) e a silagem de milho (Zea mays), alem de ser mais barata.

Teor nutritivo

Por ser muito nutritiva e apresentar importantes qualidades como forrageira, possuir em sua composição básica os seguintes valores por produto;( valores básicos em percentual relativo)
proteína bruta = 22 a 25%
cálcio = 1,6%
fósforo = 0,26%
NDT = 60%
Esses níveis são muito superiores aos de outras fontes de alimentos habitualmente utilizados na pecuária. Alem desta usa-se o milho (Zea mays), a cana-de-açúcar (Saccharum sp.) o capim-elefante (Pennisetum purpureum).
E sua alta degrabilidade proteínica, aumentando a produção do gado leiteiro, ou seja de fácil digestão para os animais é usado em grande escala mundialmente como forragem animal e alimento.

http://www.delange.org/Alfalfa/Alfalfa.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfafa#Teor_nutritivo